Esse caminho não começou como ensino. Começou como busca.
Desde cedo, ela já percebia algo que não sabia explicar — uma sensação de unidade, de que tudo estava conectado.
Com o tempo, isso se perdeu. Como acontece com a maioria das pessoas.
Até que, em 2020, teve contato com os tratados tântricos originais. E ali, algo fez sentido de outra forma — não como ideia, mas como experiência.
Desde então, seguiu aprofundando — não apenas estudando, mas vivendo. Em 2025, esteve na Índia. E, ao retornar, ficou claro: não fazia mais sentido guardar o conhecimento que era vivido. Ele precisava ser compartilhado com outros buscadores espirituais.
Hoje, seu trabalho não é ensinar conceitos.
É conduzir pessoas a acessarem aquilo que não depende de explicação.